quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulher!

O Homem e a Mulher
                                          Victor Hugo

 
O homem é a mais elevada das criaturas.

A mulher é o mais sublime dos ideais.

 
Deus fez para o homem um trono.

Para a mulher, um altar.

O trono exalta.

O altar santifica.

 
O homem é o cérebro; a mulher é o coração.

O cérebro fabrica a luz; o coração produz Amor.

A luz fecunda.

O Amor ressuscita.

 
O homem é forte pela razão.

A mulher é invencível pelas lágrimas.

A razão convence.

As lágrimas comovem.

 
O homem é capaz de todos os heroísmos.

A mulher, de todos os martírios.

O heroísmo enobrece.

O martírio sublima.

 
O homem tem a supremacia.

A mulher, a preferência.

A supremacia significa a força.

A preferência representa o direito.


O homem é um gênio; a mulher, um anjo.

O gênio é imensurável; o anjo, indefinível.

Contempla-se o infinito.

Admira-se o inefável.

 
A aspiração do homem é a suprema glória.

A aspiração da mulher é a virtude extrema.

A glória faz tudo grande.

A virtude faz tudo divino.

 
O homem é um código.

A mulher, um evangelho.

O código corrige.

O evangelho aperfeiçoa.

 
O homem pensa.

A mulher sonha.

Pensar é ter no crânio uma larva.

Sonhar é ter na fronte uma auréola.

 
O homem é um oceano.

A mulher um lago.

O oceano tem a pérola que adorna.

O lago, a poesia que deslumbra.

O homem é a águia que voa.

A mulher é o rouxinol que canta.

Voar é dominar o espaço.

Cantar é conquistar a alma.

 
O homem é um templo.

A mulher é o sacrário.

Ante o templo nos descobrimos.

Ante o sacrário nos ajoelhamos.

 
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra.

E a mulher onde começa o céu.


PARABÉNS MULHERES DA EMEF.
Prof.ª Lúcia

sábado, 3 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Novo espaço

Simplicidade e Sabedoria, uma aliança incontestável
A paixão da leitura é a mais inocente, aprazível e a menos dispendiosa.
Marquês de Maricá

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

EMEFbeleza - Carnaval 2012

Desfile
Concurso de máscaras
Caindo na folia...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Acolhida - 2012

QUE BOM QUE VOCÊ ESTÁ AQUI.
JUNTOS NÓS VAMOS:
SONHAR...SORRIR...CONHECER...PARTILHAR....ESTUDAR...LER...APRENDER...
DANÇAR...BRINCAR...
Ô tindolelê, ô tindolelê, lalá
Ô tindolelê, não sou eu que caio lá
 Se essa rua
Se essa rua fosse minha
Eu mandava
Eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas
Com pedrinhas de brilhante
Só pra ver
Só pra ver meu bem passar
Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu
O cravo brigou com a rosa,
Debaixo de uma sacada,
O cravo saiu ferido,
E a rosa despedaçada.
A menina que está na roda
É uma gata espichada
Tem a boca de jacaré
E a saia remendada
De abóbora faz melão
De melão faz melancia (bis)
Faz doce,Shinhá, faz doce, Sinhá
Faz doce, Sinhá Maria(bis)
Minha boneca de lata
Bateu o bumbum no chão
Levou mais de uma hora
Pra fazer a arrumação
Desamassa aqui pra ficar boa
Sai, sai, sai ô piaba
Saia da lagoa
Sai, sai, sai ô piaba
Saia da lagoa
Põe uma mão na cabeça
A outra na cintura.
Da um remelexo no corpo,
E dê uma piaba no outro.
E ASSIM COMEÇA MAIS UM ANO LETIVO!

sábado, 28 de janeiro de 2012

Planejamento - 2012

1.° Dia
Acolhimento com brincadeira

Momento de Reflexão

MILHO DE PIPOCA 
Rubem Alves - Do livro "O Amor que acende a lua" - Ed. Papiros(*) 
A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.  Assim acontece com gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.
Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado.
Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são as duras cascas que não estouram. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.  E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?

*Livro - Amor Que Acende A Lua
Vinte nove textos curtos do professor da Unicamp (SP) marcados pela diversidade.
O Amor que Acende a Lua passeia, entre outros, por temas ecológicos, culinários, líricos e religiosos.

Repensando 2011
2.° Dia
Acolhimento com brincadeira
Momento de Reflexão : "Bêbado, porém inteligente" - Celso Antunes
Expectativas e ações para 2012
Planejar é elaborar - decidir que tipo de sociedade e de homem se quer e que tipo de ação educacional é necessário para isso (...) é propor uma serie de ações (...) é revisar sempre.
Danilo Gandin

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012